sexta-feira, 22 de agosto de 2014
Família.
Ei galera, tudo ok? Não demorou muito e olha eu aqui de novo, postando pra vocês, rs.
Hoje eu quero abordar um assunto muito legal, a família. Eu por exemplo tenho uma família enorme, maior do que eu realmente gostaria, tantos primos carnais, distantes de não sei quantos graus, tanta gente que faz parte de um laço comigo e eu nem sei, gente que vaga por aí e eu não sei se eu pergunto: "Ei, você por acaso é algum primo meu?" Minha família é dividida em duas partes, a parte do meu avô (Sales Barbosa) que é de origem Pestana e etc... E a parte da minha vó (Oliveira) que eu não conheço muita gente, muito menos a história. Geralmente, a maioria dos meus primos que eu conheço é da família do meu avô e a história também. Depois de lançarem um livro chamado: O poder do amor, escrito por uma das primas desconhecida; Floripes Pestana relata a história dos antepassados, é muito interessante a história relatada nesse livro, eu conheci pessoas incríveis através desse livro que infelizmente eu não sei se terei oportunidade de conversar um dia e poder saber mais da minha família, e eu fico meio chateada de saber tudo tão tarde demais, eu queria conhecer mais a minha família, saber mais sobre essa história interessante, e infelizmente o que eu sei é muito pouco pra o que eu possa relatar.
A história relatada nesse livro é muito interessante, porém não fala da geração da MINHA família, e é isso que eu vou contar agora.
Segundo o que eu sei, quando minha bisa-avó Ascedina Costa Pestana casou com meu bisa-avô Antonio Sales Barbosa, automaticamente o nome do seu marido foi para ela, ela se casou e teve um monte de filhos, (meus tio-avôs) que desses eu só conheço, Eunápio (meu avô), tia Nita, tia Tonha, tia Aída, tio Benigno, tio Edgar, tio Almir. O resto nunca vi. Meu avô Naque era noivo de uma moça, quando conheceu minha avó Maria Ventura (conhecida como Lieta) num trem, eles se apaixonaram e começaram a namorar e blablabla, aí casaram e tiveram: Raimundo (tio mundinho), Maria do Carmo (tia Carminha), Agnaldo (tio Nadinho), Lindenalva (tia Linde), Marilene (minha mãe Lene), Gilson, Rosenilda (minha tia Rosi. Ps: ela odeia o nome dela), João (tio Johnny), e Dilma.
Enfim, hoje minha avó e meu avô tem 18 netos: Zelma, Elias, Adriana, Leandro, Isla, Yasmim, Rebeca, Vitoria, Eu, Stefane, Mickael, Felipe, Caíque, Moisés, Cariele, Cleiton e Cleisson e Salatiel.
Eu nasci de uma forma meio inusitada, minha mãe não planejou a gravidez dela, e teve que se casar com meu "suposto pai" porque naquela época a família era muito tradicional e quando minha mãe engravidou de mim ela não era casada, porém ela não amava o meu pai, ela sempre amou um rapaz, e por minha causa ela não pode viver com ele, engravidou do meu pai, eles casaram, ele a traía sempre e um dia mentiu pra ela dizendo que ia viajar, mas foi morar com outra mulher, imediatamente minha mãe mandou as roupas dele por minha avó (paterna), e desse dia em diante eu fui criada pelo meu avó, que eu o chamo de pai, "meu pai naque". Meu pai biológico fez mais filhas por aí, depois de mim teve a Alana, que eu não conheço, mas provavelmente deve estar com uns 16 anos, a Erielma que eu conheci recentemente e eu amo demais, nossa como ela é tão parecida comigo ela tem 15 anos, teve a Pollyana que eu conheci faz um ano e amo demais, ela é a que mais se parece com o pai, mas mesmo assim não deixa de ser linda, Polly tem 13 anos, a Catarina, uma criança enjoada, e mimada, mas mesmo assim não deixa de ser minha irmã, Catarina foi a irmã que eu mais convivi, então o que eu sinto por ela não deve passar dos ciúmes, rs, Catarina tem 9 anos, o Lucas, o caçula, que o pai venera, mata e morre, ele deve ter uns 3 a 4 anos. Enfim.
Mesmo com essas irmãs todas e um irmão, eu tenho como irmã a Carielle, que tem 26 anos, é minha prima, mas sempre cuidou de mim e esteve comigo, o Felipe, que mesmo com esse jeito todo agreste sempre esteve do meu lado agindo como um verdadeiro irmão mais velho, e como a gente brigava muito éramos mesmo tão próximos, a Vitoria, que sempre fora minha Prirmã, prima gêmea, nossa a gente se parecia tanto, todo mundo confundia a gente como irmã, nós crescemos juntas, brincávamos juntas. Acho que todos os meus primos parte de mãe foram criados juntos, a casa de vovó Lieta vivia cheia, sempre explodia uma bomba, uma pior que a outra é verdade, mas nunca perdemos o amor que sentimos um pelo outro e eu amo a minha família de forma inexplicável.
Gente isso é um resumo bem pequeno, porque se eu for falar da minha família, verdadeiramente viraria um livro.
Gabriela Barbosa.
Gabriela Barbosa.
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